O JÚBILO 2

Junho 06 2009

 

 Letra: Autor Desconhecido
Tradução: Alfredo Henrinque da Silva (1872-1950)
Música: Sophia Zuberbühler (1833-1893)

Eram 4 horas da manhã na primavera de 1967. Depois de pregar e comungar com os irmãos num pequeno lugarejo chamado Volta, entre Urucuí e Ribeirão Gonçalves, no centro-sul do Piauí, o Pr João Alves Feitosa, então Secretário-Executivo da convenção Batista Piauí-Maranhão, estava na sua rede pendurada no galpão da casa de palha de um dos membros da congregação. Toda a família havia se abrigado no único quarto da casa . O Pr Feitosa acordou ao som de uma música suave, um pouco à distancia. "Bem de manhã, embora o céu sereno pareça um dia calmo anunciar", ele ouviu, Que maneira maravilhosa de acordar!

Percebeu que o pequeno grupo de irmãos estava num círculo, cantando este belo hino.

Embora estivesse muito cansado da sua longa viagem do dia anterior, num antigo ônibus sobre uma acidentada e empoeirada estrada, cheia de ondulações, o pastor apressou-se a se reunir a este corajoso grupo que começava cada dia num culto de louvor ao seu Salvador e Senhor e a orar para que Deus mandasse chuva àquele lugar. Desde então, o Pr. Feitosa não pode cantar este hino sem ver na sua mente e coração aquele pequeno grupo, no sul do Piauí, levantando sua voz nesta comovente oração.

O autor destas singelas palavras é desconhecido. O pastor Alfredo Henrique da Silva a traduziu, em 1913, do hinário francês Psaumes et Cantiques (Salmos e Cânticos), que, como muitos hinários da época, não registravam os autores. Sua versão está em quase todos os hinários evangélicos do Brasil, demonstrando seu valor.

A linda melodia VEILLE TOUJOURS (Vigie Sempre), escolhida para este hino, é de Sophia Zuberbühler (1833-1893). Não há outras informações biográficas disponíveis sobre esta compositora no momento.

Bibliografia: BRAGA, Henriqueta Rosa Fernandes. Música Sacra Evangélica no Brasil, Rio de janeiro, Livraria Kosmos Editora, 1961. p. 338

 

 

Vigiar e Orar
                       Tradução: Alfredo Henrique da Silva
 
 
 
 
1       - Bem de manhã, embora o céu sereno
        Pareça um dia calmo a anunciar,
       Vigia e ora; o coração pequeno
       Um temporal pode abrigar.
 
 
Bem de manhã, e sem cessar,
Vigiar, sim, e orar!
 
 
2       - Ao meio dia, e quando os sons da terra
       Abafam mais de Deus a voz de amor,
       Recorre à oração, evita a guerra
       E goza paz com o Senhor.
 
 
3       - Do dia ao fim, após os teus lidares,
       Relembra as bênçãos do celeste amor,
       E conta a Deus prazeres e pesares,
       Deixando em suas mãos a dor.
 
 
4       - E sem cessar, vigia a cada instante,
       Que o inimigo ataca sem parar;
        Só com Jesus em comunhão constante
 
        É que o fiel vai triunfar.

 

 

 

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Maio 11 2009

 

 

Cantai Louvores

                                         Letra de: Henry Maxwell Wrigtht

 

1 - Oh, vinde, crentes, e entoai

      Louvores a Jesus,

      Que para a nossa salvaçao,

       Foi morto numa cruz;

      Seu sangue derramou, de tudo me lavou,

      Mais alvo do que a neve me tornou!

 

 

O sangue de Jesus me lavou, me lavou;

O sangue de Jesus me lavou, me lavou;

Alegre cantarei louvores a meu Rei,

A meu Senhor Jesus que me salvou.

 

 

2 - Conosco vinde vos unir

     Na guerra contra o mal,

     E, com o nosso Salvador,

     Em marcha triinfal,

     A todos proclamar a graça e seu poder;

     Seu sangue derramou pra nos salvar!

 

 

3 - O capitão da salvação

      É Cristo, o Salvador;

      O Rei dos reis, o Redentor,

      Jesus, o bom Senhor;

      Pois tudo vencerá; vitória nos dará;

      A glória, salvos nos conduzirá.

 

 

     Entre os inúmeros escritores de hinos Cristãos do século XIX, temos Henry Maxwell Wright conhecido pelas iniciais H.M.W.. Nasceu em Lisboa, Portugal, no dia 7 e Dezembro de 1849, tendo partido para o Senhor no ano de 1931.
     Dedicou-se, primeiramente, ao comércio, mudando-se, depois para Londres a fim de cuidar dos seus interesses profissionais. Foi ali que se converteu ao Senhor. Era filho de pais ingleses,  os quais eram verdadeiramente Cristãos. Depois de auxiliar o célebre pregador Dwight Moody numa grande campanha de evangelização realizada em Londres, em 1874 e 1875, abandonou a sua próspera carreira comercial para dedicar-se à evangelização da Inglaterra e Escócia.

     Dedicou-se à evangelização na Inglaterra e Escócia durante três anos. Em 1887 regressou a Portugal. Aqui trabalhou não só no Continente, mas também nas ilhas, como Madeira e São Miguel, nos Açores. Visitou o Brasil quatro vezes: uma em 1881, outra em 1890-1891, outra em 1893 e, por último, em 1914, a convite de J. L. F. Braga, crente brasileiro que morava na cidade do Porto, Portugal.

     Ele era um verdadeiro embaixador de Cristo. Numa viagem de Inglaterra para Portugal num navio a vapor, sentou-se no convés a ler a Bíblia. Passado um bocado um sujeito aproximou-se lhe dizendo, “Vejo que é crente”. Ele respondeu, “Tinha içado a ‘bandeira’ e estava a ver que ninguém notava!”

    Por mais de 5 anos H. M. Wright foi um dos mais poderosos servos de Deus entre os povos que falam a língua portuguesa. Era pregador vibrante e convicto e possuía belíssima voz.

     Gostava imenso de pregar o Evangelho ao ar livre. Na última viagem que fez ao Brasil, em 1890-1891, divulgou, com muito entusiasmo, este hino: "Cristo Pra Mim".

     Numa das suas pregações em praça pública, um bêbado começou a perturbar a reunião, mas ele, dirigindo-se ao ébrio, repreendeu-o, aquietou-o e aconselhou-o até ao ponto de levá-lo a cantar com os olhos lacrimejantes: "Oh, que descanso em Jesus encontrei... Cristo pra mim! Cristo pra mim!".

     Conta-se que certo missionário também teve uma experiência semelhante. Ao penetrar no interior do norte da Índia para evangelizar uma tribo selvagem, viu-se, inesperadamente, cercado por nativos que, armados com arco e flechas, ameaçavam a sua vida. Esperando a morte a qualquer instante, pegou no seu violino e começou a tocar o hino: "Saudai o Nome de Jesus". A música tocou de tal maneira os corações daqueles homens que pediram que continuasse a tocar. Depois o levaram à sua vila, onde foi bem acolhido. Não foi pouco o privilégio de mais tarde ouvir diversos convertidos naquele episódio cantarem louvores ao seu Salvador!

     Wright achava que Deus o queria como missionário na China - exatamente como aconteceu a Gunnar Vingren - porém, iniciou o seu trabalho em Portugal ao verificar a falta de obreiros para pregar o Evangelho entre os que falam a Língua de Camões.

     Esteve várias vezes nos Estados Unidos anunciando o Evangelho de Jesus entre as colônias portuguesas. No Brasil, chegou a ser preso sob a acusação de inimigo da "religião oficial", pois era poderoso pregador e após as suas mensagens aconteciam muitas conversões.

     Em 1905, Wright e a sua esposa Ellen fixaram residência e sede de trabalho na cidade do Porto, em Portugal, e construíram, na capital nortenha, o famoso salão evangélico da A.C.M. - Associação Cristã da Mocidade.

     Henry Maxwell Wright, possuidor de uma bela voz, não hesitava em cantar a solo nas suas reuniões evangelísticas. Dizem até, que foi dele a iniciativa de cantar "corinhos" no Brasil, forma de música ainda popular nos cultos ao Senhor ali. Wright contribuiu grandemente para a hinologia quer de Portugal quer do Brasil, pois foi o autor ou tradutor de cerca de 200 hinos entre os quais alguns "corinhos". O seu nome de autor aparece em livros de cânticos tais como “Hinos e Cânticos”,  "Salmos e Hinos", "In Memoriam", "Cantor Cristão", "Cânticos de Alegria" e diversos outros hinários.
Henry Maxwell nos deixou um maravilhoso legado de seus hinos poéticos como: 1, 16, 23, 34, 35, 40, 41, 61, 70, 72, 78, 80, 85, 86, 91, 101, 113, 122, 123, 137, 146, 157, 164, 169, 193, 205, 262, 267, 280, 282, 292, 299, 307, 311, 321, 330, 349, 352, 362, 368, 373, 378, 393, 396, 404, 408, 409, 414, 421, 423, 443, 452, 455, 460, 463, 464, 467, 469, 512, 513, 580. 

     Este pregador do Evangelho, cantor e hinólogo era uma figura respeitável, de estatura elevada, voz cheia e harmoniosa, maneiras afáveis, unção de Deus, pregador que lia os hinos antes de cantar de maneira muito expressiva, ressaltando o conteúdo do texto e tomando-o como tópico para o sermão. Distinguia-se no cântico dos hinos pela expressão que sabia dar à letra.

     Wright está sepultado no Cemitério Britânico do Porto, em Portugal, pois partiu para o Senhor nesta cidade, no dia 23 de Janeiro de 1931.

     Um irmão testemunhou a respeito do irmão Wright, dizendo o seguinte: "A minha amizade com Henry Maxwell Wright durou uns 20 anos, até ao fim da sua vida. O que mais aprecio lembrar-se dele é que durante todos os anos da nossa amizade, nunca cheguei ,a saber, qual era a sua denominação. Ele nunca disse e eu nunca perguntei! Porém, por toda a parte os interesses de Deus eram os seus interesses e o povo de Deus, os seus irmãos em Cristo".

     A música deste hino é CLEANSING FOR ME, de Robert H. Booth (1862-1926), que nasceu no dia 26 de Agosto de 1862, em Penzance, Corn¬wall, Reino Unido, tendo partido para o Senhor no dia 25 de Setembro de 1926, em Yonkers, Nova Iorque, EUA.

CRISTO PARA MIM

HINO 393 ( CC)
Oh, que descanso em Jesus encontrei!
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Oh, que tesouros infindos achei!                    
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Que outros escolham o mundo pra si;
Queiram riquezas, delícias, aqui!
Eu buscarei, ó Jesus, sempre  a Ti!
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
 
Quer na aflição, na doença ou na dor,
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Quer na saúde, na força ou vigor,
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Sempre ao meu lado, pra me socorrer
Com Seu amor, sim, e com Seu poder,
Em cada transe pronto a me valer,
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
 
No dia amargo da perseguição,
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Nas duras provas e na tentação,
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Ele na cruz o pecado venceu,
Quando por mim no Calvário morreu,
E da vitória a certeza me deu;
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
 
Quando no vale da morte eu entrar,
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Quando perante meu Deus me encontrar,
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Só no Teu sangue confio, Senhor!
Só no Teu sempre imutável amor.
Inda outra vez cantarei, Salvador;
Cristo pra mim! Cristo pra mim!
Henry Maxwell Wright (letra)
(1849 - 1931)
Robert H. Booth (música)

 
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Maio 01 2009

 

 

 Feliciano Amaral nasceu na Cidade de Miradouro no estado de Minas Gerais.Filho de Júlio Augusto do Amaral e de Palmira Maria da Conceição, foi músico, sapateiro e cantor popular. Foi batizado em 7 de março de 1943, na Igreja Batista de Muriaé. Em 1947 casou-se com Elza Rocha do Amaral

Já na cidade do Rio de Janeiro, estudou Teologia no Seminário Teológico Betel. Pastoreou várias igrejas inclusive a Primeira Igreja Batista da Pavuna, onde foi seminarista.

Começou as atividades como cantor evangélico em 1948.

Feliciano Amaral também está no Guiness Book como o cantor evangélico que está há mais tempo em atividade no mundo. No meio evangélico, depois de Feliciano Amaral atuando como cantores vieram Luiz de Carvalho (gravando o 1º LP evangélico em 1958, com a música “A graça de Jesus”), Edgar Martins (in memórian), Josué Barbosa Lira (in memórian), autor da canção “Só o Senhor é Deus”, dentre muitos outros pioneiros da música evangélica desta época.

Feliciano Amaral interpretou canções como: "Oração de Davi", "Céu aberto", "O mar", "Ao meu Redor", "Finda-se este Dia","O Rosto de Cristo", "Rio Profundo", "Sou Filho do Rei", A Face Adorada", "uma Flor Gloriosa", "O Jardim de Oração" entre outras.

Em 2003 Feliciano Amaral recebeu um reconhecimento público, quando completou 83 anos, uma Moção de Aplausos e Congratulações da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A homenagem foi requisitada pelo deputado Aurélio Marques, como reconhecimento pela dedicação de Feliciano Amaral à obra de Deus e á música cristã

 

 Discografia

  • 1948: sem título, sob número de série 35001 - LP em 78rpm, contendo 2 hinos do Cantor Cristão

  • 1961: Fica Conosco Senhor

  • 1973: O Eterno Fanal

  • Ao Entardecer

  • Grande É O Senhor

  • 1985: Da Manjedoura ao Madeiro

  • Oração De Davi

  • A imagem de Deus

  • À luz do seu amor

  • A Sombra da Cruz

  • Deus Proverá

  • Saudade

  • Sou Feliz

  • Céu Aberto

  • O Rouxinol do Sertão

  • O Mar

  • Desejo Ver Meu Rei

  • Rio Profundo

  • O mar é criaçao do Senhor

  • Jesus Companheiro

  • Que Maravilha

  • Dá-me tua mão Pai

  • O Amor de Deus

  • 20 anos de Bençãos á sombra da Cruz

  • O Filho Pródigo

  • De valor em valor

  • Quisera sempre orar

 

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Abril 22 2009

EU SOU DE JESUS

 

1 - Mui triste eu andava, sem gozo e sm paz,

     Mas eu hoje tenho alegria eficaz,

     E constantemente bendigo a meu Deus,

     E é claro o motivo, pois sou de Jesus!

 

     Eu sou de Jesus, Aleluia!

     De Crsito Jesus, meu Senhor!

     Não quero falhar, mas quero falar,

     Andar e viver com Jesus!

 

 2 - Seguro vivia nas garras do mal,

      O mundo atirou-me no abismo fatal;

      Agora, qual ave voando nos céus,

      Eu vivo contente, pois sou de Jesus!

 

3 -  Ó alma turbada, por que lamentar?

       No Mestre tu achas tesouro sem par:

       Infinda alegria, poder, salvação!

      Oh, vem, vem a Cristo, sem hesitação!

 

 Este é um hino de abundante alegria. Seu autor, James Rowe, descreve a tristeza e o sofrimento que havia em sua vida antes de conhecer a Jesus, e o abismo fatal em que o mundo o atirara. Mas o tema mesmo do hino é a “sua alegria veraz“, sua razão de "constantemente bendizer a seu Deus”. Toda a pessoa que é de Jesus pode cantar este hino. Ter Cristo como Salvador e Senhor da vida é causa de verdadeira alegria, dá indestrutível contentamento e cria um desejo de “andar e viver” com Ele, de “não falhar” e de “falar sempre” dEle.

O evangelista-cantor Homer Rodeheaver publicou este hino do feliz testemunho de James Rowe em uma das suas coletâneas em 1913. Deve ter cantado o hino muitas vezes como solo nas conferências em que ele foi diretor de música.

James Rowe nasceu em 1 de janeiro de 1865 em Devon, Inglaterra. Emigrou para os Estados Unidos aos 25 anos. Casou-se com Blanche Clipper e se estabeleceu em Albany, Estado de Nova Iorque. Depois de trabalhar como ferroviário, tornou-se superintendente da Sociedade de Prevenção de Crueldade aos Animais.

Rowe era crente dedicado, sempre gostava de escrever textos para hinos. Deixou seu emprego para dedicar-se totalmente à criação de hinos e à edição de publicações musicais sacras. Como editor, cooperou sucessivamente com o Trio Music Company (Waco, Texas), A.J. Showalter Music Co. De Tennessee e James D. Vaughan Music Company, do mesmo Estado. Mais tarde, mudou-se para Wells, no Estado de Vermont, onde trabalhou como poeta com sua filha, Louise Rowe Mayhew, uma artista, na produção de cartões de felicitações. Faleceu em 10 de novembro de 1933.

Rowe aparentemente escreveu textos para mais de 19000 hinos! Aproximadamente 10 destes apareceram nos hinários evangélicos no Brasil.

Este hino é altamente cantável porque Bentley DeForest Ackley, secretário-pianista dos evangelistas Sunday-Rodeheaver por 8 anos, compôs uma melodia perfeita para sua mensagem. Ackley, compositor de mais de 3.000 melodias, tornou-se editor da The Rodeheaver Company que foi, por muitos anos, uma das maiores publicadoras evangélicas dos Estados Unidos.

Fonte: Sankey, Ira D., My Life and Story of the Gospel Hymns, Philadelphia, PA, P.W. Zieger Co.,1906, p. 279


 

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Abril 10 2009

OLHANDO  PARA  CRISTO

                                             Autor: - João Filson Soren

1 - Ruge forte, contundente, a guerra do pecado,

     Mas os seus clangores vis não podem me afligir,

     Sei em quem confio pois na Rocha estou firmado,

     E celestes bênçãos irei fruir.

 

     Olhando para Cristo, grande autor da salvação,

     Prossigo, pois avisto soberano galardão.

     De Deus ministro, me revisto do poder do meu Senhor

     Para sevi-lo com todo ardor.

 

2 - Vejo ao longe campos vastos, prontos pra colheita:

     Multidões, sem uz, sem Deus, aguardam salvação!

     Vem, ó Deus, desperta o amor da geração eleita,

      Para os teus obreiros concede unção.

 

 

3 - Desprezando deste mundo as sendas ardilosas,

     Volto o meu olhar pra a cruz de quem me resgatou;

     Dele tenho na alma, então, as bênçãos mui gloriosas,

     E, feliz, com Cristo, cantando vou!

 

 

 

O pastor João Filson Soren é autor deste belíssimo hino e um dos mais cantados no Brasil, escrito em1971.

"Este hino eu tinha feito com uma letra para um retiro de jovens da PIB do Rio de Janeiro. Seria o hino oficial. Eles sempre me procuravam. E o irmão Souza Marques, que foi o 1º presidente da Ordem dos Ministros Batistas do Brasil, ouviu aquilo e gostou muito. Numa reunião ele pediu que eu fizesse um hino oficial para a Ordem. Alterei um pouco a letra original e agora tem a letra que está no Hinário para o Culto Cristão."

 

Fonte: Revista  EBD Compromisso - 1998

     

 

 

publicado por cleudf às 17:59

Abril 06 2009

 

 

HINO DO CANTOR CRISTÃO Nº 155 E DO HCC Nº 165                        

 

 O GRANDE AMIGO

 

Título Original: “What a friend we have in Jesus”

Autor – Letra  original inglesa: Joseph Medlicott Scriven

Tradutores para a Língua Portuguesa: Kate Stevens Crawford Taylor e Robert Hawkey Moreton.

Compositor – Música: Charles Crozat Converse. 

 

Em Jesus amigo temos,

Mais chegado que um irmão;

Ele manda que levemos

Tudo a Deus em oração!

Oh! Que paz perdemos sempre,

Oh, que dor no coração,

Só porque nós não levamos

Tudo a Deus em oração!

 

                                  

                    Temos lidas e pesares              

                                   E na vida tentação;

                                   Não ficamos sem conforto,

                                   Indo a Cristo em oração.

                                   Haverá um outro amigo

                                   De tão grande compaixão?

                                   Os contritos Jesus Cristo

                                   Sempre atende em oração.

 

E se nós desfalecemos,

Cristo estende-nos a mão,

Pois é sempre a nossa força

E refúgio em oração.

Se este mundo nos despreza,

Cristo é nosso em oração;

Em seus braços nos acolhe

E nos dá consolação.

 

 

 

Este hino foi escrito em 1855 por Joseph Scriven, no Canadá, e remetido para sua mãe, na Irlanda, para confortá-la. Um amigo, durante uma visita, notou os versos e convenceu Scriven a publicá-los. A melodia foi composta em 1868 por Charles Converse. Letra e música em 1875 foram incluídos no primeiro volume da coleção "Gospel Hymns", editada por Ira David Sankey.

 

 

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Março 25 2009

 

 

 

O DEUS DE ABRAÃO

                                                    Autor: Daniel Ben Judah

Ao Deus de Abraão louvai,

Do vasto céu Senhor,

Eterno e Poderoso Pai,

E Deus de amor.

Augusto Deus Jeová,

Que terra e céu criou,

Minha alma o nome abençoará

Do grande EU-Sou.

 

 

Ao Deus de Abraão louvai;

Eis, por mandado seu,

Minha alma deixa a terra e vai

Gozar no céu.

O mundo desprezei,

Seu lucro e seu louvor,

E Deus por meu quinhão tomei

E protetor.

 

 

Meu guia Deus será;

Seu infinto amor

Feliz em tudo me fará

Por onde eu for.

Tomou-me pela mão,

Em trevas deu-me luz,

E dá-me eterna salvação

Por meu Jesus.

 

 

Meu Deus por si jurou,

E nele confiei,

E para o céu que preparou

Eu subirei.

Seu rosto irei eu ver,

Fiado em seu amor,

E eu hei de sempre engrandecer

Meu Redentor.

 

 

Este hino é uma versão metrificada da "Yigdal", doxologia dos 13 artigos da fé hebraica, elaborada no século 12 pelo erudito Moisés Maimonides.
A forma metrificada é usualmente atribuída a Daniel bem Judah, poeta hebraico do século 15. Thomas Olivers, pregador itinerante metodista, em 1770 ouviu a "Yigdal" numa sinagoga de Londres e fez a versão poética inglesa.
Max Landsberg, rabino de Rochester, New York, pediu ao seu amigo Newton Mann, pastor da Primeira Igreja Unitariana nessa cidade, para elaborar uma tradução mais fiel ao original hebraico; essa tradução não se adaptou à métrica da melodia "Leoni", que, por sua vez, é atualmente uma versão da melodia, composta no século 17 e harmonizada no século 19, que tinha sido transcrita por Meyer Lyon (Meier Leoni), cantor da sinagoga londrina.

 

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Março 18 2009

 
 
LAÇOS  BENDITOS
 
              I
Benditos laços são
Os do fraterno amor,
Que nesta santa comunhão
Nos unem ao Senhor.
 
              II
Ao mesmo trono vão
As nossas petições;
É mútuo o gozo, ou a aflição
dos nossos corações.
 
            III
Aqui tudo é comum,
O rir e o prantear;
Em Cristo somos todos um,
No gozo e no lidar.
 
             IV
Se desta santa união
Nos vamos separar,
No céu eterna comunhão
Havemos de gozar.
 
 
 Este hino foi escrito por John Fawcett, pastor batista inglês.
Em 1772, depois de poucos anos de trabalho pastoral, ele foi chamado a Londres para suceder o falecido Dr.Gill, no pastorado da igreja batista na Carter’s Lane. Seu sermão de despedida tinha sido pregado perto de Wainsgate; sua mobília e biblioteca foram colocadas em carroças. Os membros da igreja o rodearam. Emocionados com a tristeza das ovelhas que estavam deixando, Fawcett e sua esposa sentaram-se sobre caixotes e choraram amargamente. A esposa perguntou: "Acharemos uma congregação que nos amará e ajudará como esta?". Fawcett respondeu: "Apenas pensei numa casa melhor para a família, num salário maior e numa cidade mais importante". Então, descarregaram as carroças e puseram tudo nos lugares onde as coisas estiveram.
Em 1782, o hino foi publicado na coletânea "Hymns Adapted to the Circumstances of Public Worship", de Fawcett. Depois de ter escrito o hino, Fawcett permaneceu em Wainsgate mais 45 anos, até a sua morte em 1817.
Lowell Mason arranjou a melodia "O selig, selig, wer vor dir" constante do "Christeliches Gesangbuch", de Johann Georg Nageli, que foi introduzida em 1845 no "The Psaltery", coleção editada por Mason.

 

publicado por cleudf às 19:38

Março 08 2009

                          

                        Exultação

 

                                       Letra: Fanny Jane Crosby

                                       Música: Joseph Jones          

 

                              I

A Deus demos glória, com grande fervor;

Seu filho bendito, por nós todos deu;

A graça concede ao mais vil pecador,

Abrindo-lhe a porta de entrada no céu.

 

 

                             coro

Exultai! Exultai! Vinde todos louvar

A Jesus, Salvador, a Jesus Redentor;

A Deus demos gl´[oria, porquanto do céu

Seu Filho bendito por nós todos deu.

 

 

                              II

Oh! Graça real, foi assim que Jesus,

Morrendo, seu sangue por nós derramou!

Herança nos céus, com os santos em luz,

Comprou-nos Jesus, pois o preço pagou.

 

 

                              III

A crer nos convida tal rasgo de amor,

Nos merecimentos do Filho de Deus;

E quem, pois, confia no seu Salvador,

Vai vê-lo sentado na glória dos céus.

 

 

Frances Jane "Fanny" Crosby

1820-1915
Entre as histórias de autores de hinos evangélicos, nenhuma história é tão impressionante como a de Fanny Jane Crosby. Apesar da sua deficiência física, foi uma mulher de extraordinária capacidade e de uma fé inabalável. Entre poemas e hinos que escreveu calcula-se que pode chegar a nove mil, o que faz dela um dos maiores nomes entre os escritores de hinos da história da igreja.
Fanny Jane nasceu em 24 de março de 1820 no condado de Putnam em Nova York. Pouco depois disso veio a falecer seu pai. Quando tinha apenas seis semanas de vida ficou cega por causa de um erro medico. Esta deficiência lhe acompanhou o resto de sua vida, mesmo assim Fanny não se deixava abalar pelo problema. Sua convicção cristã não lhe permitia a melancolia. Esta certeza está nas letras dos seus hinos. Ela também já desde sua infância dizia que tinha um pedido para o seu Criador. Ao entrar no céu, o primeiro rosto que ela gostaria de ver, era o do seu Salvador. Certamente Deus lhe atendeu a oração. A perspectiva mais acertada para uma pessoa assim, seria o fracasso. Mas não para esta menina, que se tornaria a mulher mais famosa da hinódia norte-americana. Chegou a ser muito conhecida por cinco presidentes dos Estados Unidos. Aos oito anos demonstrava seu futuro brilhante, quando já escrevia poemas. Aos quinze anos ingressou numa escola para cegos em Nova York, onde voltou depois para lecionar e passou o resto da sua vida. Nesta escola encontrou Alexandre Van Alstyne um músico, com quem se casou aos 38 anos, que também era cego.
É verdade que, destes quase nove mil poemas e hinos, muitos não tiveram grande qualidade literária. Por isso não foram preservados. Mas muitos deles se tornaram clássicos e continuam até hoje entre os mais queridos e já consolaram milhões de pessoas. É notável a grande facilidade que Fanny tinha em escrever. Algumas canções surgiam em poucos minutos. Nos primeiros anos escrevia apenas poemas seculares. Seus poemas que se tornaram hinos evangélicos vieram mais tarde. E vieram com muita oração. Ela mesma admitiu que antes de escrever um hino sempre se ajoelhava para orar.
Fanny não tinha habilidades musicais. Seu dom era escrever poemas. Muitos destes poemas foram convertidos em musica por músicos do seu tempo que podemos citar alguns, entre eles:
William Howard Doane
William B. Bradbury
Robert Lowry
Ira David Sankey
As melodias acrescentadas aos poemas fizeram com que eles entrassem para história. Dentre os seus hinos destacam-se os seguintes :
 
v     A Deus demos glória: Cantor Cristão 15, .
v     Junto a Ti: Cantor Cristão 286.
v     Que segurança:  Cantor Cristão 375.
v     Quero estar ao pé da cruz:  Cantor Cristão 289.
v     Quero o Salvador comigo: Cantor Cristão 350.  
 
Fanny Jane faleceu em 12 de fevereiro de 1915 em Bridgeport, Connecticut.

 

publicado por cleudf às 17:16

Março 02 2009

 

 

B a t i s m o

                      Letra: William Edwin Entzminger                       

 

                     I        

Às águas do Jordão desceu

Jesus, o Redentor,

O Deus eterno, que morreu

Por nós em santo amor.

 

                      II

 

O exemplo seu devemos ter

Por norma a nos cingir;

O salvo pelo seu poder

Seus passos que seguir.

 

                     III

 

Por nós morreu Jesus , na cruz,

E nos remiu do mal;

Abriu caminho que conduz

A vida divinal.

 

                     IV

 

Morremos ao pecado vil,

Pra nunca mais voltar,

E os erros deste mundo hostil

Queremos desprezar.

 

                   V

 

A vida nova vamos ter,

Ao bem nos dedicar,

Em santidade e amor viver,

Do amor de Deus falar.

 

 

Este é mais um hino do grande servo de Deus, Dr. William, que muito contribuiu para o louvor de adoração à Deus, inspirado pelo Espírito Santo.

Jesus foi batizado por João para, mediante o batismo, demonstrar ao pecador a necessidade do arrependimento. ´´Óbvio que Jesus  não possuindo pecado, não necessitaria do batismo. Mas tudo Ele fez por nós. Quando não usava as matáforas para nos ensinar algo, Ele demonstrava através de ações. Tudo Ele fazia em obediência ao Pai. E o Pai ordenava pelo extremo amor à humanidade. Um dos versículos mais bonitos e penetrantes da Bíblia, é citado no Livro de Mateus capítulo 3: 17 que diz: "e eis que uma voz dos céus dizia: ESTE É O MEU FILHO AMADO, EM QUEM ME COMPRAZO".

Não tenho lembranças marcantes do dia do meu batismo. Eu tinha apenas 11 anos de idade. Porém, não esqueço jamais do meu Pastor,  Paulo Júnior e o versículo gravado, nas cerâmicas portuguesas do batistério: "EIS AQUI ÁGUA; QUE IMPEDE QUE EU SEJA BATIZADO?"Atos 8:36. 

 

 

publicado por cleudf às 02:02
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